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A Escola aberta ao exterior

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FUNDAMENTOS DO PROJETO

O Agrupamento de Escolas Rafael Bordalo Pinheiro candidatou-se no âmbito do Programa Erasmus+ com um projeto designado: “A Escola aberta ao exterior: o ensino e a aprendizagem em novos contextos.”.

O mesmo foi aprovado pela Agência Nacional Erasmus + e integra-se na Ação chave 1 – Mobilidade Individual para fins de aprendizagem, implicando dessa forma a mobilidade de pessoal educativo do ensino escolar.

O projeto assenta em alguns pressupostos, designadamente:

  • Promoção de práticas pedagógicas inovadoras e com qualidade assim como abordagens inovadoras à aprendizagem.
  • Criação de ambientes de aprendizagem ricos e estimulantes em experiências pedagógicas de natureza diversa.
  • Aprofundamento de objetivos de desenvolvimento: procura de inovadoras formas de ensino / pesquisa e desenvolvimento de novos espaços educativos.
  • Atribuição de especial atenção à educação / aprendizagem em torno de limites para lá da sala de aula.

Nesse sentido, foi programada a participação de vários profissionais do agrupamento em Cursos de formação a realizar em vários países, visando aos participantes ter acesso à educação para além da sala de aula, fortalecendo o campo teórico e prático no âmbito da educação ao ar livre. Ter acesso a oportunidades de educação cultural na Europa, comparando as várias identidades expressas por outros europeus. Fortalecer a motivação profissional e a autoconfiança pela via da cooperação, da aquisição de competências de aprendizagem ao longo da vida. Encontrar novas oportunidades de cooperação, melhorando a capacidade de comunicar em Inglês e aprender outras línguas europeias.

O primeiro curso decorrerá em novembro de 2015, em Espanha e Marrocos. Seguir-se-ão ao longo de 2016 e 2017 vários cursos a realizar em Itália, Suécia e Islândia.

No final do projeto, espera-se que o impacto nos participantes, e na instituição permita consolidar a importância da educação para além da sala de aula, promovendo-se práticas de aprendizagem de novas maneiras de usar o ambiente ao ar livre na educação. Espera-se ainda o entendimento das qualidades da paisagem como fonte de educação e recreação; explorar a cidade e como usá-la como um recurso no ensino e na aprendizagem;

Por fim, criar nos currículos dos vários ciclos de ensino do Agrupamento, um conjunto de técnicas de ensino bem definidas e personalizadas no âmbito da educação ao ar livre e das oportunidades de educação cultural.

O projeto terminará em julho de 2017, estando a sua coordenação e subcoordenação a cargo dos professores Carlos Ubaldo e Helena Rodrigues.

AERBP 01/09/2015

INFORMAÇÃO GERAL

Erasmus+

Mobilidade Individual para fins de Aprendizagem

(Ka1)

Tipo de ação: Mobilidade de pessoal educativo do Ensino Escolar

Título do projeto: A Escola aberta ao exterior: o ensino e a aprendizagem em novos contextos.

Data de Início do Projeto: 01-06-2015

Duração Total do Projeto: 24 meses

Data Final do Projeto: 01-07-2017

Representante legal: Maria do Céu Santos

esrbp@esrbp.pt

+0351262870070

Pessoa de contacto: Carlos Ubaldo

ubaldo.carlos@gmail.com

+0351914508239

PLANO DE DESENVOLVIMENTO EUROPEU

Promover práticas pedagógicas inovadoras e com qualidade e abordagens inovadoras à aprendizagem.

Criação de ambientes de aprendizagem ricos e estimulantes em experiências pedagógicas de natureza diversa.

Aprofundar objetivos de desenvolvimento: procura inovadoras formas de ensino / pesquisa e desenvolvimento de novos espaços educativos.

Dar especial atenção à educação / aprendizagem em torno de limites para lá da sala de aula.

Cursos de formação a realizar (calendário provisório)

A formação possibilitará aos participantes: 

  1. Ter acesso à educação para além da sala de aula, fortalecendo o campo teórico e prático no âmbito da educação ao ar livre.
  1. Ter acesso a oportunidades de educação cultural na Europa, comparando as várias identidades expressas por outros europeus.
  1. Fortalecer a motivação profissional e a autoconfiança pela via da cooperação, da aquisição de competências de aprendizagem ao longo da vida.
  1. Encontrar novas oportunidades de cooperação, melhorando a capacidade de comunicar em Inglês e aprender outras línguas europeias.

Como é que a organização vai integrar as competências e as experiências adquiridas pela participação no projeto, no contexto do seu desenvolvimento estratégico futuro? 

  • Serão incorporadas nos currículos e utilizadas na prática letiva.

Os benefícios esperados do projeto para as crianças e jovens:

  • O desenvolvimento e a ampliação de um novo espaço de formação / aprendizagem tornará mais apelativo, interessante e divertido quer o ensino quer a própria aprendizagem.
  • Novos espaços e novas técnicas irão enriquecer culturalmente a educação das crianças e jovens.

Os benefícios esperados do projeto para os educadores e professores:

  • A melhoria da sua competência profissional, pela apropriação de formas de ensinar inovadoras e alternativas. A inovação levará à criação e recriação de espaços educativos. Acresce ainda a capacidade de adaptação ao que surge como novo e a capacidade de iniciativa.

DESCRIÇÃO DO PROJETO

As atividades educacionais internacionais têm um impacto significativo na melhoria da qualidade da educação e motivação profissional dos professores.

 A forma tradicional de educação utilizada, muitas vezes não atende às necessidades dos tempos.

Proporcionar aos educadores o aumento de competências e motivação para ensinar e igualmente da sua dimensão pessoal.

Promoção das competências dos professores para melhorar o seu Inglês.

Quais são os tópicos mais relevantes abordados no seu projeto?

  • Novos currículos inovadores/ métodos educativos/ desenvolvimento de cursos de formação
  • Criatividade e cultura
  • Melhorar a qualidade das instituições e/ ou métodos (inc. desenvolvimento escolar)

ATIVIDADES DE FOLLOW-UP/IMPACTO

Qual é o impacto esperado nos participantes, organização(ões) participante(s) e grupos alvo?

  • Ter acesso à educação para além da sala de aula, fortalecendo seu campo teórico e prático no âmbito da educação ao ar livre.
  • Promoção e intercâmbio de práticas de aprendizagem de novas maneiras de usar o ambiente ao ar livre na educação.
  • Entendimento das qualidades da paisagem como fonte de educação e recreação.
  • Aprender mais sobre a comunidade local como um recurso de apoio à educação ao ar livre.
  • Explorar a cidade e como usá-la como um recurso no ensino e na aprendizagem.
  • Explorar aspetos da identidade cultural e comparar as várias identidades expressas por outros europeus.
  • Fortalecimento da motivação profissional e da autoconfiança pela via da cooperação, da aquisição de competências de aprendizagem ao longo da vida.
  • Criação de condições para encontrar novas oportunidades de cooperação com os parceiros internacionais.
  • Melhoria da capacidade de comunicar em Inglês e aprender outras línguas europeias.
  • Enriquecimento dos currículos e das práticas com as crianças e jovens.
  • Criar nos currículos dos vários ciclos de ensino do Agrupamento, um conjunto de técnicas de ensino bem definidas e personalizadas no âmbito da educação ao ar livre e das oportunidades de educação cultural.
  • Ao nível da organização: um significativo aumento da sua dimensão europeia. Não apenas no corpo docente, mas no seu todo, pelas vastas exigências que a realização do projeto implica, que obrigam a uma cultura organizacional profissional competente.
  • De uma forma mais específica, ao nível dos educadores e professores: o aumento das competências profissionais e pessoais.
  • Abertura de novas oportunidades de cooperação internacional ao abrigo do programa Erasmus+.

Disseminação dos resultados do projeto

Serão realizadas após cada curso atividades que reproduzam de forma adaptada, algumas das aprendizagens realizadas nos mesmos.

Uma das iniciativas será: “ construir uma casa de outra forma”. Professores, pais e alunos, sob a responsabilidade dos participantes no curso, realizarão esse evento.

Com a participação das famílias, realizar-se-á a atividade de descoberta: “ Como não perder-se e encontrar os outros”. Serão utilizadas estratégias comunicacionais e de orientação com recurso a fotos e mapas.

Para a comunidade escolar e restante comunidade, a disseminação passará pela criação de um espaço público nas instalações em local central cujo objetivo é ser o centro de divulgação. Terá o formato de painel de parede e nele serão colocadas mensagens, fotos, documentos, materiais produzidos, etc.

Para os educadores e professores em especial, vão realizar-se reuniões informais regulares para a apresentação dos cursos; de novas oportunidades de desenvolvimento; discussão de planos sobre como aplicar a experiência adquirida nesses cursos.

Será realizado após o último curso, um workshop em colaboração com o Centro de formação de professores subordinado ao tema do projeto. O mesmo deverá ter lugar no auditório da Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro, nas Caldas da Rainha, e será aberto à comunidade escolar e educativa. Serão convidados profissionais que estiveram envolvidos noutros projetos ou atividades internacionais de formação.

O workshop é organizado pelos participantes nos cursos e restante equipa envolvida no projeto.

Será criada uma página facebook ou blogue para partilha das experiências e publicação de fotos ou outros documentos.

A instituição apresentará regularmente na sua página de internet informações relevantes sobre o desenrolar do mesmo.

Edição de um portfólio digital, e-book, que documentará todas as fases do projeto nas suas múltiplas facetas: participantes; atividades, realidades, contextos e materiais produzidos.

Elaboração de um Plano de Melhoria, incorporando o Projeto Educativo do Agrupamento, contemplando as medidas resultantes da observação e integração de boas práticas potenciadoras da melhoria das aprendizagens dos alunos.

Para finalizar, será realizada na instituição uma exposição fotográfica “A Escola aberta ao exterior: o ensino e aprendizagem em novos contextos”.

Avaliação

O projeto será alvo de uma avaliação contínua, com supervisão do Centro de Formação de Professores.

A avaliação do progresso do projeto e o impacto ocorrido durante o mesmo, apresenta-se nos seguintes modos:

Antes: Questionário de expectativas – Preenchimento de questionários pelos participantes nos cursos. Esses questionários serão elaborados antes da frequência do primeiro curso e visam avaliar das expectativas acerca do impacto do projeto.

Durante o desenvolvimento: Questionário de satisfação – Entrevistas com os participantes após cada curso. O objetivo é descobrir o impacto do curso, ou seja, a sua eficácia e efeitos na motivação dos participantes. Monitorização formativa contínua de reflexão (depois de cada curso). O objetivo é verificar a eficácia do processo de desenvolvimento do projeto. Método fotográfico. Os participantes serão convidados a fotografar: a) atividades educacionais para o curso, b) os momentos mais memoráveis do curso, c) atividades curriculares após o curso. O objetivo é criar um álbum de fotos que possa ser associado às experiências vividas nos cursos.

Após: Questionário de satisfação – Portfólio individual; Portfólio do projeto; relatório individual com identificação das propostas e metodologias a disseminar e a integrar no Projeto educativo.

Relatório final de Avaliação da Qualidade do projeto e dos seus impactos na comunidade escolar e educativa.

PERFIL DOS PARTICIPANTES

A seleção dos participantes contemplará os coordenadores das áreas de intervenção do projeto, de modo a possibilitar-se, no follow-up, a disseminação, a partilha e a aplicação dos resultados das mobilidades.

Coordenadores dos respetivos ciclos. Os candidatos que manifestaram interesse na primeira fase serão indicados para um grupo de trabalho /discussão.

 Critérios de seleção: a motivação interna para participar em cursos de formação no exterior , a capacidade de comunicar em Inglês , a capacidade de compartilhar a experiência adquirida e a capacidade de apresentar Portugal, a sua cultura e sistema de ensino; a participação em anteriores projetos europeus.

 O Grupo de Trabalho, ficou definido para um número de 18 colaboradores para participar nos cursos de formação internacionais em 2015-2017.

 . Maria do Céu Santos (Diretora do Agrupamento)

. Carlos Ubaldo (Coordenador do projeto)

. Nicolau Borges (Diretor CFAE)

. Helena Rodrigues (Coo responsável pelo projeto)

. Teresa Figueiredo (Tradução Inglês)

. Alexandra Sampaio (COord. Projetos…)

. Conceição Vidigal (Coord. Secundário)

. Maria João Dias (Coord. Profissional)

. Anabela Simão (Coord. 2º Ciclo)

. Paulo Leonardo (TIC)

. Ana Pereira (Direção)

. Fernando Leal (Direção)

Planeia utilizar algum instrumento/ certificado nacional?

  • Certificação da formação pelo Conselho Cientifico Pedagógico da Formação Contínua
  • Europass

Certificação pelo Centro de Formação local da formação de curta duração;Certificação, pelo Conselho Científico da Formação Contínua, da formação realizada no âmbito das mobilidades realizadas.

PREPARAÇÃO/DISPOSIÇÕES PRÁTICAS

Como vão ser abordadas as questões práticas e logísticas para cada uma das atividades planeadas do projeto (viagem, alojamento, seguro, segurança e proteção dos participantes, vistos, segurança social, tutoria e apoio, reuniões preparatórias com os parceiros/entidades de acolhimento, etc.)?

Os organizadores dos cursos selecionados irão organizar e preparar os aspetos logísticos culturais e práticos.

O trabalho administrativo relativo ao projeto está a cargo da pessoa de contato do projeto (coordenador) com a colaboração de uma equipa de trabalho da instituição. Assuntos relacionados com as viagens, desde a seleção de voos, bilhetes, estão a cargo do coordenador e dessa equipa.

Cada participante é responsável pelo seu seguro de assistência na doença em espaço europeu.

GESTÃO DO PROJETO

Durante o desenvolvimento do projeto (2015-2017) grupo de trabalho é responsável pela:

1- Implementação do projeto com elevada qualidade.

2- Assinatura dos contratos de mobilidade.

3- Preparação para o projeto antes de cada seminário (conhecimento cultural e do sistema educativo do país).

4- Organização sistemática de reuniões de grupo, durante as quais os participantes se familiarizam com os documentos do projeto, os contratos e outros documentos.

5- Avaliação contínua do projeto em cada fase (entrevistas, inquéritos).

6- Organização de ações de divulgação do projeto depois de cada curso e, no final do projeto.

7- A preparação do relatório final do projeto (final de 2017).

8- Preparação de novas formas e possibilidades de educação, resultantes da aprendizagem realizada, a implementar no Agrupamento no ano letivo seguinte. (maio e junho 2017).

 O controlo orçamental e pedagógico adequado do projeto será assegurado, seguindo os princípios estabelecidos pela direção do AERBP:

  1. Planificação da orçamentação do projeto, em que se fará um plano de orçamento para toda a duração e implementação do projeto (tendo em mente que apenas uma parte das verbas estarão disponíveis durante uma fase significativa do mesmo);
  2. Manter um controlo/balanço permanente de custos. Cada atividade a desenvolver no âmbito do projeto implicará a preparação de um orçamento que é baseado no levantamento dos custos inerentes: propinas; viagens; alojamento. Este procedimento é essencial à manutenção de um apertado controle do orçamento do projeto em cada uma de suas fases.
  1. Seleção das opções mais vantajosas quer em termos de transporte, quer de estadia.
  1. Os serviços administrativos e de gestão financeira do Agrupamento utilizarão as ferramentas de gestão adequadas na gestão de todos os processos relacionados com a gestão do projeto.
  1. Existirá um enfoque nas prioridades que derivam das exigências de cada atividade por forma a cumprir prazos. Serão utilizadas ferramentas informáticas que auxiliarão a desenvolver o cronograma do projeto de modo confiável e preciso.
  1. O projeto terá uma preocupação estruturante com as questões da avaliação das mobilidades em todas as suas fases de implementação e de realização. Assim, dos contatos a estabelecer com as entidades que irão receber os profissionais em mobilidade, resultará um conjunto de instrumentos de acompanhamento e de avaliação das atividades a desenvolver, nomeadamente guiões, inquéritos, questionários e outros recursos por eles utilizados, os quais integrarão o portfólio do projeto.
  1. Todos os recursos a utilizar durante o projeto terão sempre em consideração as boas práticas ambientais.

Preparação dos Participantes

Os participantes nos cursos comprometem-se a realizar atividades exploratórias relacionadas com a preparação para os assuntos e temas a desenvolver nos mesmos.

Os próprios participantes no curso preparam as suas apresentações em inglês sobre a escola e o país ou ainda sobre outros itens solicitados pelos organizadores dos cursos.

Como vai ser feita a monitorização dos participantes no decorrer da formação? Quem irá acompanhar o(s) participantes na execução do programa de trabalho e monitorizar o seu progresso?

  1. A avaliação inicial: Análise do projeto feito durante a primeira reunião interna com os futuros participantes no projeto Erasmus+.
  • Definição do âmbito de interesses comuns.
  • Atribuição das tarefas que os parceiros irão realizar e as datas.
  • Seleção de formas e métodos adequados que garantam a realização dos objetivos fixados.
  1. A avaliação contínua: antes e depois de cada mobilidade.
  • O impacto, sucesso e fracasso de ações específicas levadas a cabo serão registradas e avaliadas por todos os envolvidos no projeto.
  • A discussão com os professores e os alunos irá ajudar a perceber os benefícios e deficiências das ações pedagógicas a desenvolver.
  • A verificação sistemática do Projeto será feito através de textos, imagens, vídeo, publicações, mantendo atualizada na página web da escola sede do agrupamento, no tocante às etapas do projeto.
  1. A avaliação final e sumativa: Incluirá a avaliação das ações realizadas, mostrará os benefícios e diagnosticará as causas das falhas.
  • Registo da quantidade e da qualidade dos processos de comunicação ocorridos.
  • Avaliação da quantidade e qualidade dos materiais produzidos.
  • Elaboração de Relatório final

ATIVIDADES PRINCIPAIS

As diferentes atividades de mobilidade a implementar no projecto*.

1.Islândia

“Outdoor education, landscape and outdoor venues”, Cursus Iceland  – http://www.cursusiceland.com/

Desenvolvem um conjunto de palestras, workshops, visitas de campo, observações, aprendizagem manual, discussões, tarefas e atividades físicas, assim como atividades sociais e de intercâmbio. Cada dia do seminário é dividido em duas partes, a sessão da manhã e sessão da tarde. Além disso, cada dia será dedicado a um determinado tema ou campo. A sessão da manhã será composta de palestras, tarefas e discussões com visão geral das teorias, melhores práticas, exemplos de educação ao ar livre e seu campo de aplicação. A sessão da tarde será composta por oficinas ao ar livre, desde a aprendizagem prática, observações e atividades, onde vamos tentar e experimentar a aprendizagem adquirida com a sessão da manhã.

2.Turquia

Smile:Istambul, naTurquia, www.eucourses.eu

É possibilitado às instituições de ensino um recurso que lhes permite investigar a Europa e o que significa ser europeu, através de visitas a museus. O método utilizado permite uma forma flexível de abordar as questões sobre a identidade através de museus e do património cultural. Museus e o ambiente construído são usados como fonte de olhar para as questões de identidade e cidadania.

O curso coloca a ênfase em habilidades que podem ser usadas diretamente em situações de ensino e aprendizagem. O curso explora algumas habilidades básicas de interpretação de museu e ajuda os participantes a compreender os museus como coleções complexas. Parte do curso é dedicada a explorar soluções práticas de e-Learning para uso em sala de aula. O curso também faz uso de métodos de e-Learning como meio para deslocar o ensino para fora da sala de aula.

3.Italia O organizador dos cursos Chain, (http://chain.eu/ )

Sicily, a chain of Civilisations

http://chain.eu/?mp=682

Desenvolve processos e formas de aprendizagem não tradicionais. São utilizados recursos do meio envolvente, natural e cultural, com grande potencial de utilização por crianças de todas as idades.

Um dos temas do curso cadeia é compreender como o património cultural nunca pode ser definido isoladamente, mas sempre como resultado da interação entre vários antecedentes.

Durante o curso (Sicília) o tema será estudado nas muitas e diferentes camadas culturais que podem ser distinguidas nesta ilha do Mediterrâneo: fenícios, gregos, cartagineses, romanos, árabes, normandos, alemães, espanhóis, italianos.

A História da Sicília, na verdade abrange todos os principais períodos e influências da história e da cultura europeia. Isto levará a uma discussão fundamental sobre: “Civilizações: correntes, ligações ou confrontos, conflitos’.

4.Italia “reading the city”, na Toscania, Itália

http://www.eucourses.eu/home-footer

Oferece aos educadores um manancial de recursos e habilidades que permitirão conhecer a Europa através de suas cidades e vilas. Explorando uma série de aspetos da identidade cultural, comparando essas mesmas identidades expressas de modo tão diverso pelos europeus.

Os cursos e o material didático são direcionados para os professores envolvidos na educação formal e informal. Uma parte dos cursos é dedicada a usar as últimas tecnologias móveis, a fim de trazer a sala de aula para o ar livre. Há a preocupação em aplicar métodos ativos de aprendizagem: construção de equipas , exposições;  atividades práticas de educação; visitas a escolas locais, a criação e utilização de  espaços urbanos, visitas a museus.

5.Espanha / Marrocos Sevilha”Las otras orillas” (Outras Fronteiras)

(http://www.chain.eu/?mp=886).

Um dos principais temas do programa da Chain é a interação cultural entre a Europa e outras partes do mundo. A Cultura (europeia) só pode ser definida como o resultado de várias influências, dentro da própria Europa e entre a Europa e os seus países vizinhos / continentes.

O curso encaixa-se neste tema: Las Otras Orillas. Como é que a Europa está sendo influenciada por e como é que a Europa influencia as ‘outras margens’: Mediterrâneo e Atlântico? Sevilha é um local central e simbólico para nos concentramos sobre esta questão.

Mares, rios, podem ser bastiões ou pontes. Para incorporar o tema do curso, parte do mesmo terá lugar no Norte de África na perspetiva de interação cultural com o sul da Espanha:

Europa e la outra fronteira ou a Europa como la outra fronteira.

* A ordem das propostas em candidatura poderá ser alteradas

 Em todos os cursos propostos, os respetivos organizadores desenvolvem processos de avaliação e consequente certificação.